quarta-feira, 26 de setembro de 2012

Mercadorias de um novo século


Entre mil, ou entre um trio.
Encontro sempre o que busco
Mas não o que preciso...
São diversos espaços e lugares
Sorrisos e Olhares
Verdadeiros ou falsos...
Todos jogados ao léu,
Desperdício de tempo
Onde se fala tanto em racionamento
Vida fútil... Ou seria inútil?
Vida que transforma pessoas em produtos
A mais nova mania de consumo
Umas consignadas, outras comercializadas
Mas todas “Mercadorias” de um novo século
Em que o amor foi banalizado
Esse foi o preço pago
Triste ou no mínimo esquisito
Vou vivendo reprimido
Um eterno apaixonado
Que não passa de ridículo.


Marcelo Melo

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